Arquivo da Categoria ‘Mulheres’

 
quarta-feira, 01 de setembro de 2010 | 11:37 - Por Zannin


A super duper cantora e amiga Ana Paula Lopes (que se você não conhece vá lá escutar) me indicou nesse final de semana a esquisitamente fantástica Janelle Monáe, que eu nem sei se é novidade ou não, mas que fiquei maluco com o clipe.

Acho particularmente empolgante ver gente que está tentando fazer coisas realmente diferentes, conceituais e ao mesmo tempo transformando referências antigas em coisas modernas. Esse tem sido inclusive um ponto de atenção meu aqui no blog.

Janelle é uma performer. Estudou teatro, dança e canto. Você vê a diferença na apresentação conceitual do trabalho dela logo de cara e percebe que ela não é só uma cantora que as vezes soa como um jovem Michael Jackson (e POR FAVOR notem que eu não estou dizendo que ela é a nova MJ ou que ela é melhor ou pior. Isso está longe de ser uma discussão).

Em 2007 ela se emparceirou com o Big Boi do OutKast e desenvolveu esse colectivo que se chama Wondaland Arts Society. Gente doida, criativa e que faz coisas diferentes mesmo. De acordo com o wiki, o primeiro trabalho dela foi pensado para ser lançado em 4 suites e em mp3, só que ficou gênio e ela juntou as 2 primeiras suites e lançou como um disco pela gravadora do Sean Combs (isso… o Puff Daddy mesmo).

Em maio de 2010 ela lança seu 2o disco, na real as 2 suites restantes, num trabalho chamado The ArchAndroid. A piração é que ela a protagonista e uma história onde usa o alter-ego Cindi Mayweather e é meio que uma figura ‘messiânica’ para a comunidade de androids de Metropolis. Essa Metropolis é a mesma do clássico filme de Fritz Lang, principal fonte de inspiração para o universo Sci-Fi que a moça escolheu mergulhar. A ideia dela é fazer dessa história um projetão com um video para cada musica e uma historia em quadrinhos.

O mais louco disso é que o som não é electrónico, não é frito e não é nada do que você está esperando. É soul, é funk e é empolgante pra cacete. Só vendo para entender.

Vou providenciar os 2 discos e escutá-los na ordem e falar mais por aqui.
Por hora, fique com a fantástica Tightrope e também com Many Moons, que exemplifica claramente o universo andróide de Metropolis, num desfile de moda doido. (procure no youtube pelos videos no canal oficial com mais qualidade).

 
 
terça-feira, 17 de agosto de 2010 | 15:03 - Por Zannin

Nessa pegada Mark Ronson em São Paulo, entrei numas de escutar Amy Winehouse de novo e fui atrás de mais cantoras. Ainda acho que um jeito legal pra cacete de se conhecer música é indo na loja e batendo papo com o vendedor.

Depois de alguma várias indicações e audições rápidas ali no discman safadinho que estava disponível, fui embora com o Memoirs da Rox.

Rox, ou Roxanne Tataei é uma inglesinha de 21 anos, que se não seguir o mesmo caminho da Amy doidona, tem tudo para roubar o lugar dela. O som segue a mesma linha, mas com alguns elementos mais moderninhos. A voz da moça não decepciona. É uma mistura dos agudinhos estranhos de Adele com os médios e graves da Amy.

Ali de pé na loja dei uma zapeada, e depois de três rápidas passagens, nos primeiros segundos da 4a música, minha compra já tinha sido decidida. I Don’t Believe é adorável, animada, e definitivamente é o single ideal de um álbum como esse. Levei.

Entrei no carro colocando o disco pra tocar, e a surpresa foi boa. A menina é crua, mas é ótima. O álbum em si não é incrível, mas mostra que a menina tem muito potencial. I Don’t Believe, My Babe Left Me e Page Unfolds valem o disco.

Deixe a Rox cantar I Don’t Believe pra você então:

 
 
terça-feira, 27 de julho de 2010 | 16:55 - Por Zannin


Sim você não está com os olhos embaçados. Ao lado você realmente vê a capa de um disco de música Country. E sim. Vou falar de Country, até porque é impossível negar a influencia que o estilo tem no southern rock e no blues e em tanta coisa que eu escuto.

A receita da música country é a mesma a trocentos anos, o que não mostra falta de curiosidade. Mostra tradição e principalmente uma cena forte que todo ano vende muitos shows e muitos discos por aí. O que para muitos é farofa, chapéu e rodeio, para muitos outros, é um estilo de vida. E por isso mesmo que me coloco a falar disso e também indicar sons. Quando um artista se destaca nesse universo tão concorrido deve ser porque é realmente bom né.

Esse é o caso de Gretchen Wilson. Eu não vou nem entrar muito em características “resenhisticas” por aqui. A mulher canta um bocado, já foi indicada a mais do que uma mão de grammys e All Jacked Up, seu segundo disco, ainda me surpreende quando aparece no iTunes.

O timbre e a potência da voz dela são impressionantes. A banda é impecável. As letras são sempre histórias, seja de relacionamentos, coisas pessoais ou simplesmente falando de festas e diversão. O gênero é isso. E é legal pra cacete.

Largue o preconceito. Escute bem os vocais, guitarras e principalmente os violinos. Pense no som também se eles não tivessem lá. Abra a cabeça e escute a música e não a imagem que você tem na cabeça. (Se bem que eu adoro o imaginário todo).

Enfim, recomendo o disco todo, principalmente as One Bud Wiser, Rebel Child, Raining On Me, e claro, a música que abre o disco e te derruba nos primeiros 10 segundos, All Jacked Up:

E também essa versão soltona de Skoal Ring:

 
 
segunda-feira, 21 de junho de 2010 | 16:12 - Por Zannin


Já falei um pouco aqui sobre Susan Tedeschi em outras ocasiões. Naquele post dos 12 discos em 3 dias e também no post sobre o marido dela o fantástico Derek Trucks. Mas a mulher merece muito mais destaques do que as meras menções anteriores.

Back To The River, seu último álbum lançado, em 2008 – e o primeiro que escutei dela – é uma agradável surpresa desde o primeiro segundo de Talking About – música que abre o disco. Antes de descorrer sobre o que cada uma das belas canções faz pela gente, sou obrigado a contar sobre como conheci a moça.

Naquele post sobre o Derek Trucks, contei sobre a sempre empolgante experiência de abrir um cd novo e degustar cada uma das sensações que ele proporciona. Desde o rasgar do plastiquinho, o cheiro do papel do encarte e o excitante silêncio que precede o inicio do disco. No meio daquela incrível descoberta, a voz dessa mulher me pegou no susto. Além da voz, sua fotinho no encarte só me chamou mais a atenção – já que a predileção por ruivas é algo mais forte do que eu.

Passada a catarse do Already Free, fui atrás dos trabalhos dela, e coloquei as mãos em Back to the River (2008) e Hope And Desire (2005). Uma rápida busca no youtube e tudo passa a fazer sentido. Bela, guitarrista e dona de uma voz forte, potente, cheia de soul e que remete a uma Janis Joplin (com pouco whiskey ao invés de drogas pesadas). Líder de uma banda de southern rock, cheia de influências de blues, soul e gospel. Um delicioso cardápio para aqueles gostam de alimentar o coração com boa música.

A fantástica banda que a acompanha é formada por mais uma guitarra, baixo, bateria, hammond e sax tenor. No disco, as participações de Derek são quase que constantes e elevam a qualidade da jornada.

Destacar é dificil. Eu gosto de discos inteiros, lembram? Albuns bons são aqueles que você coloca, deixa rolando e quando percebe parou tudo o que está fazendo porque ficou fixado em um detalhe, uma quebra, uma paradinha ou uma melodia que de tão linda te jogou pro fundo de si mesmo. Conheço os 2 discos que citei acima, mas continuo nas buscas pelos outros.

No youtube tem bastante coisa dela ao vivo, mas não achei muita coisa de estúdio – uma pena porque gosto da referência.

Fique com Talking About e True:

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E no Youtube: Soul of a Man e Talking About. Se você deixa a música mexer com a sua cabeça, pode ir pros torrents mais próximos ou pro amazon. Não vão se arrepender.

 
 
quarta-feira, 07 de abril de 2010 | 14:13 - Por Cotta

Quer se divertir com uma banda de temática e identidade retrô, se encantar com vocais impressionantemente bem feitos e dançar como se estivesse no Baile do Encanto Submarino do De Volta pro Futuro I?

A dica é The Pipettes. Uma “girl band†que se formou em Brighton, Inglaterra mas que tem a cabeça no rockabilly e no twist americano das décadas de 50 e 60. Um som delicioso, à la Jive Bunny, à la Jovem Guarda, cheio de clichês das “eras de ouro†da humanidade, cheio de ironias e, ao mesmo tempo, cheio de vigor indie dos anos 2000.

A música que eu mais recomendo é Pull Shapes. Foi o primeiro single das moças, em 2006, e vem carregada de energia sessentista. Pausas para palminhas, cordas e backing vocals dignos de preencher arenas e uma atmosfera de bailinho da sexta série. Só que tudo com malícia.

E esse é clima do disco todo. Dirty Mind, Your Kisses Are Wasted On Me e Because It’s Not Love trazem todo o encanto nostálgico de um grupo que nasceu fora de época, mas que reproduz com fidelidade – e uma camada bem-vinda de bom-humor e malícia – os temas e costumes de um tempo que não volta mais.

É pop chiclete, que gruda mesmo. As melodias ficam encrustradas na sua cabeça por dias a fio e, quando você menos percebe, está cantarolando alguma delas com a sensação de sempre ter tido aquela melodia da na cabeça, como se já tivesse nascido com ela gravada no pensamento.

The Pipettes é uma banda que transborda diversão e nostalgia. Recomendado para saudosistas de todas as idades.

Divirta-se:

 
 
terça-feira, 23 de março de 2010 | 15:26 - Por Zannin

Vou tentar fazer um formato diferente aqui. Se ficou uma merda, comente dizendo que ficou uma merda.

Trabalhei no final de semana. Então acabei ficando com o iTunes inteiro ao meu dispor, com horas e horas de discos completos atrapalhando meus vizinhos.

Comecei meu sábado com Passarim, o disco fundamental de Tom Jobim, o grande gênio brasileiro. 11 músicas. 41 minutos que mudam sua vida e o jeito que você escuta música. São camadas de vozes e pianos, homenagens a mulheres, cidades e ritmos. Inclassificável se formos falar de um só genero. A mais imperdível das recomendações.

Segui o dia com a trilha do Crazy Heart, filme que deu Oscar de melhor ator para o Jeff Lebowski Bridges. Uma breve viagem ao country blues, que traz ótimas sensações para quem viu o filme (ótimo também). Vários clássicos e ótimas surpresas com as músicas do próprio Bridges. Vale ver e ouvir.

Depois, fui com o disco solo do Alex Chilton, guitarrista do fantástico Big Star, e falecido na última semana. Chilton define o rock n roll setentista. Mostra que era a alma do precoce Big Star e que ainda vai servir de influência pra muita gente. Discasso que não conhecia. Vi ali no Trabalho Sujo que inclusive postou muita coisa do Alex Chilton e do Big Star na última semana.

Continuei o sábado com She & Him, que é bonitinho mas não completou o momento, mudei pra Primal Scream e vi que precisava do feeling de volta. Fui de Susan Tedeschi – Hope And Desire, de 2005. Ela que é a esposa do Derek Trucks, já blogado por aqui, e é uma linda guitarrista ruiva, detentora de uma poderosa voz e que toca southern gospel blues com a intensidade que o estilo pede. Música de verdade.

Aí o shuffle por álbums me levou para Dear Catastrophe Waitress, com os inconfundíveis Belle and Sebastian em 2003. Disco alegre, curto e sonhador. E ainda não eram nem 22.30. As próximas 2 horas foram também crédito do shuffle, que curiosamente me trouxeram o Dream Theater, justo no dia seguinte ao absolutamente fantástico show no Credicard Hall. Em casa rolou Six Degrees Of Inner Turbulence – um dos discos mais importantes da carreira do DT e um dos meus super favoritos, em seguida pulei para o meio do Awake de 1996 – disco que me fez descobrir a banda. Ao final, a própria ordem alfabética colocou Black Clouds and Silver Linnings, disco mais recente (também já falado aqui) e que foi tocado quase inteiro no show da noite anterior. O show, mesmo com uma certa demora para começar e outra demora para acertar o som, foi fantástico. Além das esperadas do Black Clouds e de algumas mais recentes, rolou a sequência mais matadora que os fãs da banda podiam receber: Dance of Eternity / One Last Time / Spirit Carries On / Pull Me Under X Metropolis. Acho que só teria explodido mais cabeças se tocassem A Change of Seasons. Fodão o show.

Na manhã de domingo comecei com o Pulse do Pink Floyd. Apesar de ser um relato de um show, tudo aquilo que o Cotta falou com maestria em seu post também está lá. Floyd é sempre uma viagem, sempre uma aula de rock n roll inteligente e sempre te coloca no lugar que você preferiria estar ao invés de continuar em frente ao computador.

Ontem e hoje meu fone está tomado por Jeff Buckley. Um daqueles artistas fabulosos que você não deu importância quando lhe foram apresentados e agora se arrepende de não saber tudo de cor a mais tempo. Jeff morreu afogado aos 31 anos em 1997. As letras e climas dos 2 únicos discos de estúdio, e as interpretações doloridas dos vários registros ao vivo, pareciam preceder um fim antecipado do cara. Todas as músicas tem tanto feeling, tanta dor ou tanto amor que uma morte comum não seria justa a um cara que viveu tão intensamente. Para conhecer, baixe o disco Grace, escute inteiro. Mas se precisa de indicações, fique com Grace, Lover, You Should’ve Come Over e Hallelujah. /tks Ju.

Aqui no fim, deixo então essa Lover, You Should’ve Come Over. Obrigado pela paciência :)

 
 
quinta-feira, 18 de março de 2010 | 16:47 - Por Zannin

Acho que já deu pra perceber que tenho uma certa queda por vozes femininas. De repente esse assunto pode até virar um post top 10 de cantoras. A questão é que de alguma forma fico extremamente atraído por manifestações sérias das mulheres. O rótulo normal do extravazar de uma mulher é o chilique, o choro e blá blá blá. Nem concordo muito com o rótulo, mas acho que esteriótipo tem meio que esse objetivo.

O lance é que adoro mulheres que colocam suas situações pra fora usando a criatividade. Pintoras, compositoras, cantoras, escritoras. De alguma forma a doçura e a raiva juntas são fortes geradores de boas artistas e principalmente de lindas canções.

É um conjunto de atributos sutis. Timbres suaves, as vezes rouquinhos. Mãos delicadas que fazem as teclas do piano gerarem sons graves e marcantes, que transportam a inquietude do corpo para o ar. Olhos fundos e desacreditados que se fecham para deixar ainda mais intensas as notas que saem raspando da garganta.

Rachael Yamagata é americana e aos 27 anos lançou Happenstance, seu primeiro disco, que traz misturas de ótimas canções arranjadas em piano, passeios pelo folk com violão aço, e outros charmosos barulhinhos espalhados pelas 16 faixas do álbum.

O disco é uma sequência de altos e baixos que parecem acontecer ao acaso da circunstância como o título indica. Me parece mesmo um processo livre de composição e execução em cima algumas coisinhas vividas pela moça.

Nem me lembro de onde ou através de quem copiei o disco. Certo de que você vai comprar o álbum no amazon ou consegui-lo de alguma outra forma, destaco as ótimas Be Be Your Love, Letter Read, Even So e abaixo você escuta Reason Why, que apesar de parecer jargão de planejamento, é uma das favoritas do disco.

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quarta-feira, 10 de março de 2010 | 14:47 - Por Zannin

Enquanto meu computador que está arrumando não retorna, não ando conseguindo escrever coisas mais completas e extensas daqui da agência. Então vou cometer uma heresia e escrever só sobre Carrion, a última música do primeiro disco ‘Tidal‘ da Fiona Apple. Heresia porque eu deveria escrever sobre o disco todo. Enfim.

Fiona é uma das mais favoritas desse que vos escreve e também do Cotta. Temos planos mirabolantes de falar sobre cada um dos discos, em textos duplicados, cada um dando seu ponto de vista, e fazer verdadeiras semanas Fionisticas aqui no aDitL. Fiona mereceria textos de todas as pessoas que já tiveram o privilégio de escutar suas músicas.

Tidal é o disco de estréia da americana, lançado em 1996 e trabalhado até 1999, levando um Grammy de melhor performance vocal feminina com Criminal, o single que a fez estourar. Em 1996 Fiona tinha 19 anos. Isso mesmo.

Sem me extender muito sobre o incrível Tidal e obviamente sobre os seguintes, o sobrenatural When the Pawn… e Extraordinary Machine, quero falar um pouquinho e convidá-los a escutar Carrion.

Carrion é um momento. É uma constatação mas não uma resolução. Imagine aquela situação quase como estar parado num beco dentro de um relacionamento. Você está ali parado, numa posição que não agrada. Você quer entrar ou quer sair de vez. O meio termo não funciona. No caso de Fiona, ela está em frangalhos (“a carrion of a murdered prey” ou ‘a carcaça de uma presa devorada’) e a dinâmica da música oscila entre os estados de graça pela libertação e de extrema tensão de se estar presa ao que não é mais sadio para você.

A linda representação desse momento é de tirar o fôlego. Escondida nos minutos finais de uma imersão nos perturbados sentimentos da ainda adolescente Fiona Apple, Carrion começa suave como uma bossa – mas enriquecida com poucas notas soltas de guitarra – acompanhando a reflexão do caso. Segue crescendo e camadas vão sendo somadas. Teclados, Sinos, Cordas… até que a música vira. Nossa… uma mini explosão, a epifania. Mas ela não acabou. Ela volta pra bossa, mas volta mais intensa, e a voz também. E tudo continua evoluindo e crescendo até o momento da enorme explosão final onde tudo é ainda mais temperado com arranjos orquestrados, guitarras distorcidas e a história se transforma num épico final de disco e também no final da aflição.

Depois de alguns segundos você volta a respirar. E começa o disco novamente.
Faça isso. Escute o disco todo de novo, e se precisar de motivação, escute essa música final abaixo:

E esse texto vai pro Fred Heimbeck.

 
 
segunda-feira, 08 de março de 2010 | 10:57 - Por Zannin

Num dia como hoje, como não falar da relação que a música tem com as mulheres, e das mulheres com a música, e de nós homens com as mulheres e a música também.

Como não pensar nas inúmeras trilhas que acompanharam os inúmeros momentos entre a gente. Nas músicas que embalam romances, festas, jantares, flertes, noites de amor, amassos no carro, pés na bunda e dias e dias de fossa.

Como não lembrar dos nossos casos, namoradas, paixões platônicas. Das nossas mães, irmãs, avós, tias, amigas e companheiras de trabalho.

Como não lembrar de Anna, Prudence, Eleanor, Jude, Julia, Madonna, Rita, Maggie, Martha, Michelle, Robinson, Penny Lane, Pam e Sadie, as mulheres que dos quatro Beatles se transformam em nossas mulheres ao ouvirmos suas histórias.

Então vá lá no seu iTunes e tente ouvir só aquelas músicas que te lembram dos momentos mágicos que você teve com as mulheres que passaram ou fazem parte da sua vida. Agradeça as mulheres que fizeram seus dias mais incríveis, como Ella, Nina, Diana, Norah, Nicole, Fiona, Rachael, Adele, Amy, Aimee, Alicia, Elis, Corinne, Susan, Esperanza, Joni, Joss, Juliette, KT, Madeleine, Melody, Regina, Sarah, Tori, entre tantas outras.

Fica a minha homenagem às mulheres, pessoas incríveis que fazem da gente seus reis ou seus súditos com um simples sorriso.

E como trilha pra esse post, deixo ‘Falling Slowly’, trilha do inigualável ‘Once’, filme que nos inspirou muito a criar esse blog. E logo mais Once vai ter um post só pra ele.

Mulheres, um beijo pra vocês.

 
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