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Monday, 23 de May de 2011 | 19:18 - Por

Truckfighters é um power trio de stoner-fuzz-rock… da Suécia.

Fuzzomentary é um documentário independente que conta como esse trio de loucos divide a vida entre a banda e os seus empregos.

O filme tem depoimentos de gente como Josh Homme e Nick Olivieri… acho que não precisa dizer mais nada, né? Clica no play e cola na tela! \m/

Curtiu? Entra no site e entenda o projeto. Se quiser seu nome nos créditos é só doar uma $$ pra que os caras consigam lançar o DVD, vida de banda independente é foda em qualquer lugar do planeta.

 
Categorias/Tags: 2011, Fuzz, Rock, Stoner Rock,
 
Friday, 29 de April de 2011 | 15:51 - Por

Como o Zannin já disse aqui, Mike Portnoy deixou o Dream Theater em setembro do ano passado. Foi um baque pra todos os fãs de DT ao redor do mundo. Passado o luto, a vida segue e a banda precisa de um novo membro.
Mas como substituir um supermúsico como o Portnoy? Quase impossível né? Errado!

Foi ao ar no You Tube, durante essa semana, o mini documentário “The Spirit Carries On” que conta como foi o processo.
É um material fantástico!
São 3 episódios de 20 min, onde a banda divide com o público como foi a escolha do sucessor de Portnoy e mostra um pouquinho das audições.
São 7 dos melhores bateras do mundo “jamming” com o DT, de derreter o cérebro!
Veja o trailer do doc:

O resultado e o escolhido só no final do 3º episódio. Clique nos links abaixo e play! (os videos não estão liberados para embedar)

Episódio 1

Episódio 2

Episódio 3

 
Categorias/Tags: 2011, Progressivo,
 
Tuesday, 15 de March de 2011 | 16:44 - Por

Acabou de sair o clipe do incrível primeiro single, Rope, do novo disco, Wasting Light, do FF.
O clipe é bem simples, bem cruzão mas de extremo bom gosto e muito rock´n roll! O lance com as silhuetas no meio do vídeo é sensacional! Clica ai embaixo e assita, again and again.

 
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Monday, 31 de January de 2011 | 15:55 - Por

Descobri essa música hoje. Digo “descobri” porque ao assistir esse vídeo aqui bem legal sobre a história do videogame rolou um trechinho dum rockão bacana e resolvi fuçar pela net pra descobrir que banda era.

O riff é bacana, o timbre de guitarra me agradou mas foi o refrão chiclete que me pegou:  tá no loop aqui faz um tempinho já, hard rock dos bons!

O Social Code é do Canada e posso dizer que o ultímo disco entitulado Rock’n Roll, de 2009, é mais pesado e como o próprio título diz mais rock  do que os trabalhos anteriores. Ah! Essa música está disponível pra download no Rockband. :)

 
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Wednesday, 12 de January de 2011 | 12:32 - Por

Nesse último fds zapeando a TV, tive que parar no VH1 quando me deparei com uma versão pesadaça de Land of Confusion do Genesis.
Não demorou muito e logo reconheci a voz do David Draiman, vocalista do Disturbed. Conheço pouco da banda mas é um heavy/hard muito bem tocado e produzido.
Mas o que eu achei mais legal foi o fato de ser uma referência nada óbvia pra uma banda de heavy metal com a pegada do Disturbed.
Pra melhorar o clipe é uma animação fodona desenhada pelo Todd McFarlane, do Spawn e que também fez o clipe de Do The Evolution do Pearl Jam.
O clipe e a versão do Disturbed são velhinhos já, de 2005, mas valem os quase 5 min do clipe e digo o mesmo do original do Genesis que tem um clipe no mínimo cômico.

 
Categorias/Tags: 00's, 80's, Hard Rock, Rock, Versões, Video,
 
Thursday, 06 de January de 2011 | 17:55 - Por

Hoje de manhã caiu na minha timeline do FB o link pra esse blog: http://www.studiomultitracks.com/
A idéia é gênial! O cara (@henrybaum) só posta as trilhas isoladas dos intrumentos de várias músicas. Têm de tudo, de Beatles a Lady Gaga, de Sabbath a Foo Fighters.
É um verdadeiro parque de diversões pra quem é music geek. Você pôe pra rolar uma das trilhas e vai tentando lembrar do resto… hehe.. diversão garantida.

Se liga na voz do gênio Marvin Gaye em I Heard It Through the Grapevine:

E sente o groove do Flea sentando o dedo no baixão em Give It Away:

Boa Diversão!

 
Categorias/Tags: Geek, Site,
 
Friday, 15 de October de 2010 | 14:28 - Por

Correndo o risco de estar meio atrasado resolvi escrever como foi esse último final de semana pra mim. Eu também fui ao SWU. Pra deixar claro, eu COMPREI os ingressos de pista comum pros três dias.

Fui de pista comum por que era o que o meu rico e suado dinheirinho podia pagar. Teria comprado pista premium se tivesse condições mas diferente de algumas pessoas não fiquei nem um pouco indignado com a localização da pista premium, me desculpem os que pensam diferente mas o cara paga mais e ainda vai ver o show lá de trás? Incoerente. A diferença de preço entre a pista comum e a pista premium era realmente exorbitante e bem que poderia ser menor.

A sinalização na estrada podia ser melhor? Podia. Rolou mesmo trânsito pra chegar no estacionamento comum? Rolou. Congestionamento federal pra sair do estacionamento comum e chegar na rodovia? Sim!
Eu sabia, por experiência e por pura lógica, que em um evento desta proporção (50, 60 mil pessoas por dia) o perrengue ia rolar e que ia ser mesmo uma prova de fogo ir a três dias seguidos. Mas por amor à boa música me meti nessa empreitada já preparado pras possíveis adversidades.

Bom chega de críticas e desabafos… e vamos ao que interessa e ao principal motivo de tudo: a música!

Dia 1:
Acabei entrando no meio do show dos Los Hermanos, eu não sou fã da banda mas foi legal ver e ouvir os caras, é uma banda que tem uma proposta bacana e são fiéis a essa proposta, valorizo isso bastante. No meio tempo fui ali comer o dog mais caro de Itu e voltei pra ver o próximo show.
Na sequência dos Hermanitos sobe ao palco uma das melhores bandas do line up e um dos shows mais esperados por mim, The Mars Volta! Caraca como esses caras são fritos! O show foi sensacional! O Rock progressivo tem salvação.
Sai Mars Volta e começa aquela ansiedade pelo show do Rage e não é que não demorou muito, aliás nesse ponto eu tiro o chapéu pra organização, shows no horário, sem atrasos.
Quando a sirene começou a ecoar pela Arena Maeda eu fiquei arrepiado, não acreditava no que estava prestes a presenciar. Desde que ouvi Killing In The Name pela primeira vez, uns 15 anos atrás, e viciei em RATM eu vinha esperando por isso. E foi realmente incrível. Eu pulei, dancei e gritei como um insandecido… e o mais legal era olhar pra todo mundo em volta e sentir a mesma vibe! Rolou tumulto. Eu fui literalmente cuspido de onde estava assistindo o show do RATM, na hora da confusão um mar de gente resolveu ir pro fundão e eu fui levado. Rolou falha no sistema de som 2 vezes. Mas nada, nada mesmo diminuiu um dos melhores shows que já assisti.

Sente a pegada da galera na música que abriu o show do Rage:

Dia 2:
Cheguei no meio do show do Sublime with Rome. Que Sublime é bom todo mundo sabe, que os caras conseguiram se diferenciar e deram uma cara nova pro reggae e ska também. Mas eu fico com a impressão de que é como o Doors sem o Morrison, guardadas as devidas proporções é lógico, o cara que era a alma da banda se foi e não vai voltar. Pra mim o show foi legal mas não empolgante.
Terminado o Sublime eu fui me arranjando perto do palco Ar pro show da Regina Spektor, bela banda, ótimas cançoes mas faltou punch no som e como o Z disse, acho que um show dela num lugar pequeno e intimista deve ser bem melhor. Mais um show pra conta e lá fomos nós comer o pastel mais mirrado da história.
Voltei pra área dos palcos a tempo de pegar a segunda música da Joss Stone. Achei o show super bacana. Além de linda, a descalça é super simpática e tem uma voz absurda de boa! Achei que deu jogo esse show pra esquentar pro show que eu mais esperava da noite: a banda do Davi Mateus. Não fui ao show deles na última passagem por aqui e me arrependi profundamente depois. Dessa vez matei minha vontade! Puta show bom bagarái. É lógico que não tocaram tudo que eu queria ouvir mas o tempo de show não permitia e eu já sabia disso. Que banda incrível tem o Sr. Dave Matthews, hein? Dispensa comentários. Êxtase e um pouquinho de tristeza quando ouvi os primeiros acordes de All Along The Watch Tower (do Dylan), afinal estava chegando ao fim.
Sem demorar muito já começa o Kings of Leon. Gostei bastante do show e do setlist escolhido pelos Followill. Quem esperava uma banda empolgada e “quente” no palco não foi ao TIM Festival de 2005 e não sabia que eles são assim mesmo uns ex-caipirões doidões mas pouco comunicativos, diria até frios. Achei que faltou foi empolgação da galera que foi lá só pra ouvir uma ou duas músicas. Dia 2, finito!

Dia 3:
Cheguei pro Incubus que eu curto demais e é uma das minhas bandas favoritas. O show não ficou devendo não, foi foda! Pena que teve de ser só de 1 hora… no ano passado tive a sorte de assitir um show deles de mais de 2 horas em Miami que foi afudê! Se tivesse mais 1 horainha de show aqui no SWU duvido que alguém ia reclamar. O tanto que o Brandon Boyd canta é até desconcertante, tem muita gente nova por ai que bem que podia fazer umas aulinhas com ele e dar um restart na carreira, né não? Foi rápido mas foi incrível.
Como disse já tinha assitido Incubus recentemente e como eles não tinham lançado disco novo e o show ia ser curto eu não tinha me animado pro terceiro dia até confirmarem a melhor banda de rock da atualidade, empatada com o Foo Fighters.
Eu só comprei ingresso pro terceiro dia pra ir assistir QOTSA, eu fui pra Itu e iria até a puta-que-pariu se preciso fosse pra assistir esse show. E depois do show digo que iria até a pé, duas vezes. Josh Homme e companhia fizeram Linkin Park parecer brincadeira de criança. Foi uma aula de rock completa! Sinceramente, o show foi tão bom que me fez esquecer o atraso. Do começo ao fim, música a música, eu esgotei o que restava nas minhas reservas de energia roquenrollzistícas. Melhor show de 2010, ponto!

Pra mim o SWU tinha acabado, o que viesse agora era bônus. Ouvi o show do Pixies sentadão no meio da galera e no final fui lá pro fundão, esperei o Linking Park começar pra ver se dava jogo, já tava lá mesmo, resolvi dar uma chance…mas não rolou. Fui embora no meio do show.

Balanço final: valeu cada centavo do ingresso, cada minuto no trânsito, todos os perrengues pra entrar sair, comer, beber… Lógico que têm uma lista enorme de melhorias mas é assim mesmo, tem uma curva de aprendizado, só espero que melhorem pros próximos.

Passei três dias na companhia de pessoas incríveis ao som de várias das minhas bandas preferidas. Simplesmente fantástico!

Agora que venha o show do Macca! \o/

 
 
Friday, 01 de October de 2010 | 16:38 - Por

Há algumas semanas recebi o link do vídeo aí embaixo (valeu Mayra!), cliquei e apareceu o título (o mesmo do post) e enquanto o youtube carregava fiquei imaginando como seria essa ‘white girl’. Sinceramente, eu esperava uma versão rastafari branquela mas ai o vídeo começou e nos primeiros segundos já vi subir no palco uma menina novinha, loirinha de olhos claros, gata, cabelo estilosinho, violão em punho…pois é, essa é Selah Sue, uma belga de apenas 19 anos.

Raggamuffin, a música do vídeo, é bem bacana, tem um belo swing e um ótimo groove, e foi impossível não lembrar de Lauryn Hill. Gostei bastante do som e como de costume fui atrás de mais trabalhos da bela moça e descobri que por enquanto ela só tem um EP, Black Part Love gravado em 2008. O EP tem trilhas boníssimas e deu pra perceber que não rola um mega produção de estúdio é talento mesmo.
Encontrei também, ela fazendo uma versão de Ain’t No Sunshine do Bill Withers, que também vale a pena.

O lance é esperar os futuros trabalhos e torcer pra que eles confirmem o talento anunciado da loirinha.

 
Categorias/Tags: 00's, Mulheres, Soul,
 
Wednesday, 09 de June de 2010 | 21:15 - Por


Pra quem curte rock setentão psicodélico, tá ai uma uma bela banda: Black Mountain.

Sonzão mesmo. Cheio de riffs entupidões, teclados e climinhas viajantes.

O lançamento do novo disco, Wilderness Heart, tá marcado pra setembro de 2010. O primeiro single, Old Fangs, que você baixa do site dos caras e ouve ai embaixo, deixa claro que eles continuam na mesma estrada.

Essa bela capa e esse som matador só aumentam a coceira atrás da orelha, o lance é esperar até setembro pra comprovar se será mesmo um discão.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

 
 
Thursday, 27 de May de 2010 | 19:31 - Por

Nome de banda é tão parte da banda quanto o timbre do baixo ou a distorção da guitarra. O nome tem que te convidar a conhecer a banda, te dar uma idéia do som mas sem entregar o jogo por completo.

Black Stone Cherry é um nome no mínimo intrigante, né? Te faz pensar: que tipo de som faz uma banda com um nome desses?!

Então só tem um jeito: ouvir o som pra tentar entender. Garanto que resolve.

Se eu citar as influências e referências você vai pensar que é mais uma bandinha de rock como tantas outras que surgem e somem todo dia. Então bora pro disco que é o que interessa. E já aviso é daqueles em que você dá play na primeira e quando percebe já está na última música e querendo ouvir mais. A sequência de abertura do disco é de tirar o folego.

Prepare-se, pegue um bom bourbon, dê um trago, repire fundo e aperte o play.

Rain Wizard abre o disco com o pé na porta. Batera moendo, crunch nas guitarras, um grito absurdo do vocal e já emenda num riff grudento, você vai notar que riff southern pesado é o que não falta no disco. E já na primiera musica aparece também outra caracteristica que eleva a qualidade da banda, eles são ótimos contadores de história. Rain Wizard fala da lenda, lá da região do Kentucky de onde eles vêm, de um homem que sabe fazer chover. Se na primeira veio o pé agora é soco na cara mesmo! Backwoods Gold tem um dos melhores riffs de intro do disco, pura porrada e quando chegar no refrão tenha certeza que você vai estar gritando junto!

Lonely Train, a minha preferida do disco, tem a intro mais `gorda` e mais pesada do disco, vai crescendo devagar até que vêm uma bela pancada e te deixa atordoado. Entra o verso e uma das melhores levadas rock/heavy/southern que eu já ouvi, a pegada southern fica estampada no groove da cavalgada das guitarras. Impossível você não berrar a plenos pulmões junto com o vocal.

Maybe Someday é a quarta musica do disco e depois de três pancadas você já fica esperando aquela baladinha ou a popzinha do disco mas lá vem mais porrada e mais riff matador. O refrão é uma versão country de Hellacopters com vocal gordão, é avassalador! Hell and High Water e Tired of the Rain são as baladas do disco no melhor estilo southern, pro bar todo cantar junto e com o copo cheio de preferência (ou vazio, depende do ponto de vista).

O album conta ainda com uma versão de Shape of Things, originalmente dos Yardbirds, claramente influênciada pela versão gravada por Black Crowes & Jimmy Page pra essa mesma música.

A produção do disco é impecável, muito competente e até surpreendente para um disco de estréia. A banda, que vêm de uma cidadezinha do inteiror dos US com 1,5 mil habitantes  e é formada por 4 moleques nos seus vinte e poucos anos, deixa claro que sabe o que esta fazendo.

É rock´n roll, simples e direto, sem firulas.

Acho que deu pra perceber que o disco é repleto de petardos. Os guitarristas, Ben Wells e Chris Robertson, demostram muita criatividade pra criar riffs gordos, pesados e quentes. Na cozinha da banda, John Fred Young parece marretar os tambores da batera pra acompanhar o baixo estúpidamente grave de Jon Lawhon. Nos vocais, Chris, canta como se tivesse anos de estrada pra calejar as cordas vocais, o timbre rasgadão dá vida às melodias grudentas e os refrões marcantes. É um Lynyrd Skynyrd com o pé atolado no acelerador, a metade dos integrantes e o dobro de overdrive.

Sinta a pegada da banda em Lonely Train.

 
 
 
 
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