Ainda deve-se falar muito do vindouro disco novo do John Mayer.
De fato, são muitos os motivos para ficar curioso com o novo trabalho.
- John Mayer estava parado desde 2009 quando lançou seu último disco de estúdio, Battle Studies.
- Em paralelo JM sofreu com nódulos e suspeita de cancer na garganta.
- Continuando a lista de motivos, temos também a sua conclusiva superação da famosa relação com Jennifer Aniston – que ao meu ver é mais mote pras músicas de Battle Studies do que qualquer outra coisa.
- E ainda, temos o desaforo que é o visual do novo álbum, como você vê na capa ao lado.
Ansiedade por discos novos de grandes idolos sempre vai acontecer. Ainda mais se este tem tradição de surpreender com os lançamentos, como já vimos por aqui.
O motivo desse post é mais ou menos esse. Dividir a ansiedade e te motivar a aguardar esse disco, que a julgar pelo lyric-video lançado hoje, garantirá com facilidade uma posição no TOP 10 discos de roadsongs.
Confira Queen of California e Shadow Days (primeiro single)
Vi ali no Facebook o Ian Black falando deles.
Fui procurar, e o post bateu na minha cabeça.
Sem digerir muito, sem ouvir tudo e sem pensar, tive que trazer isso pra cá.
Precisava de algo de peso pra quebrar o jejum de música que o trabalho tem me privado de aproveitar.
Alabama Shakes é de verdade.
Brittany Howard é de verdade. E a anti-heroina do dia.
Toca, canta e compõe, e é talvez a principal responsável por essa fantástica mistura de soul, Janis, country, southern, Otis Redding, rock, James Brown e sei lá mais o que.
A banda é de 2009, do Alabama mesmo, e começa a aparecer nos programas de TV e capas de revista. Não vejo a hora de chegar em casa pra ouvir o disco inteiro e dedicar um tempo aos shakes.
O disco “Boys and Girls” é da gravadora/selo Rough Trade (UK) e nos EUA a turminha do Jack White – Third Man Records – já tá de olho para gravar alguns singles pra eles. Foda.
E blog – não vamos esperar tanto tempo pra nos encontrarmos né. Você é legal. (isso sou eu falando com o meu blog, caso você não tenha entendido).
Cruz é uma banda se São Paulo mas que foi viver o sonho do rock n roll na California e pelo que parece, tá dando certo.
Já vi muita gente tentar esse caminho. Já vi muita gente querer fazer isso.
Mas é foda. Tem que ter talento, vontade, sorte… Se não me falha a memória, os caras já tão há uns quase 2 anos em Los Angeles, e felizmente trabalhando, tocando e gravando o álbum por lá.
Cruz é uma dessas bandas de verdade. Que tem vocal que grita mesmo, sem firula. Que não economiza em riff, solo e pancada na bateria. É um tapa na cara. É o tipo de banda que eu gostaria de fazer parte, por assumir que rock é feito em inglês, pesado, distorcido e foda-se.
Abaixo você vê Physical Game, clipe que 10 em cada 10 bandas de rock teriam vontade de fazer. Depois vc pega ali e assiste Sin City, clipe lindão e música de bater cabeça.
Aí, se você gostar, volte aqui, clique nesse flyer e veja ele grande.
Agora dia 8/9 eles lançam o disco aqui em São Paulo no Beco 203 lá na Augusta. Imperdível. Não gostou? Pega o leitinho e volta pra cama então.
Se gostou, vai lá dar like no facebook deles, seguir no twitter e visitar o site.
Hoje o Guest Post é da Maria Guimarães, redatora e especialista na categoria “cantorinhas”. Olha aí o que ela descobriu. E conselho… veja o último vídeo, lá do final.
—
Eu não sou fã de covers.
“Pronto, mordi minha língua” foi o que eu pensei quando ouvi Lissie pela primeira vez.
A cantora de Illinois, que tocou recentemente no Lollapalooza, apareceu pela primeira vez na minha “timeline” em um vídeo fazendo um cover de Kid Cudi. Depois apareceu como recomendação no Youtube com um cover de Bad Romance.
O cover de Hello do Lionel Richie foi um golpe fatal. Meu last.fm já denunciava que minha língua estava aos pedaços.
Não tinha como não gostar daqueles covers. A Lissie canta com tanta intensidade, com tanta propriedade, que às vezes eu acho que Hello é dela e que Lady Gaga chora ao ouvir essa versão de Bad Romance.
Para entender o que eu estou falando, basta assistir:
Para o alívio da minha língua, descobri um álbum de composições próprias, Catching a Tiger. E da Lissie compositora gostei ainda mais. A intensidade que ela bota nos covers aparece ainda mais na voz quando canta suas composições.
Pra conferir melhor o jeito de cantar de quem se entrega a cada grito é bom dar uma passada no canal do Youtube da moça. No mais, coloque os headphones e aproveite a minha música preferida da Lissie em uma versão acústica gravada em Londres.
O super hiper mega ator Jeff Bridges, eterno Big Lebowski, lança hoje dia 16 de agosto seu primeiro álbum. Depois de uma entrega fenomenal que lhe rendeu um Oscar com Crazy Heart, seu flerte com a música parece que virou namoro.
No auge de seus bem vividos 62 anos o cara lança um disco de country rock e deixa a gente com cara de tonto. O primeiro single é o do clipe abaixo, What A Little Bit Of Love Can Do. Se o disco é bom eu não sei. Vou procurar e quando achar falo mais por aqui.
E aqui o vídeo/entrevista sobre o lançamento do álbum:
Vida longa ao Jeff, que eu queria que fosse meu pai, avô, tio ou coisa assim.
Há 10 dias alguma boa alma subiu para o youtube o que seria a primeira apresentação do Rage Against the Machine, em outubro de 1991 na California.
Me deu arrepios pensar no começo disso tudo. Não sou o maior fã da atitude da banda. Mas sou o maior fã da atitude da banda. Explico: gosto de musica verdadeira. A intensidade desses caras no palco sempre foi genuina, provocadora e polemica. A atitude deles fora do palco não faz juz ao que entregam.
Enfim. Não é essa a pauta. O que me pegou no vídeo é imaginar que ali ao ar livre nascia um novo momento na historia da música. Um estilo que tem execução única. Nasceram referências. Nasceu o representante mór de uma tribo.
Assista o que conseguir. Mas assista e reflita. And take the power back.
1: Killing In The Name (Instrumental)
2: Take The Power Back
3: Autologic
4: Bullet In The Head
5: Hit The Deck
6: Township Rebellion
7: Darkness Of Greed
8: Clear The Lane
9: Clampdown
10: Know Your Enemy (alternate version)
11: Freedom
A CITROËN apresenta o Jazz All Nights 2011, um evento internacional com a presença de grandes nomes do jazz, que acontecerá nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, de julho a novembro, e que está na sua 5ª edição aqui no Brasil: http://www.citroen.com.br/jazz
Faltam poucos dias para o evento começar e aqui te damos a oportunidade incrível de ver o grande mestre Bobby McFerrin ao vivo e bem de perto. Quer ir ao primeiro show do Jazz All Nights, em São Paulo, como um convidado VIP CITROËN?
Pois é. O pessoal da Citroën me procurou e é pra valer.
Para concorrer ao par de ingressos, responda à pergunta:
“Por que você merece ir ao show do Bobby McFerrin?”
O autor da resposta mais criativa assistirá ao show de Bobby McFerrin, em 28 de julho, no Via Funchal, em São Paulo, como convidado VIP CITROËN e com direito a levar um acompanhante!
Para concorrer, você precisa responder à pergunta nos comentários desse post até
domingo, 24 de julho, às 23h horas.
> Vou pegar o horário do comentário pelo próprio wordpress.
> Os premiados terão seus nomes divulgados na segunda-feira.
ATENÇÃO
Os convites são exclusivos para o show do Bobby McFerrin, pelo evento Jazz All Nights.
Data: 28 de julho – Quinta / Horário: 22h
Local: Via Funchal, São Paulo
Tipo de ingresso: Convite VIP CITROËN Plateia Premium
Obs. A CITROËN não se responsabiliza por transporte e hospedagem do premiado.
——
Edit: A promoção está encerrada.
O vencedor, obviamente, é o Bruno Alves de Mendonça.
A Citroën vai entrar em contato contigo.
Há algum tempo atrás eu recebi uma mensagem de um colega meu, no twitter, que dizia mais ou menos o seguinte: “se eu fosse você, não perderia este show por nada”, acompanhado de um link. Este levava para o Facebook, na página de uma banda que faria um show na cidade onde moro, Bremen (DE), em alguns meses.
Pois bem, nunca tinha ouvido falar da banda na minha vida, mas a oportunidade de ver um show sem ter que me deslocar muito era tentadora. Normalmente quando tem show de alguma banda é na cidade vizinha, Hamburg, a uma hora e meia de trem daqui, e eventualmente sou obrigado a “dormir” na estação esperando o primeiro trem da manhã – soa ok, mas imagine isso no frio do norte da Alemanha…
Enfim, procurei no Youtube por alguma música da banda, e encontrei uma cujo nome me chamou a atenção: na época, estava lendo “The Deeper Meaning of Liff”, do Douglas Adams – que nada mais é que um dicionário nonsense – e o nome da música em questão aparentemente aludia ao livro. Era esta daqui:
Achei MUITO interessante, e resolvi baixar os discos – eram só três. Escolhi para ouvir o que continha “Whissendine“, chamado “200 Tons of Bad Luck“, e na primeira música eu já estava arrepiado até o último fio de cabelo. Leia mais (…)
Rodrigo Zannin
Escuta discos inteiros e na ordem, mesmo sem tempo pra ouvir tudo o que quer. Nerd que canta, escreve, aprende a tocar guitarra e faz belos 'leiautes'.
Felipe Cotta
Pseudo-baterista, pseudo-redator, apaixonado por música. De Mozart a Massive Attack, ouço tudo que é feito com a alma.
Otávio ‘Palmito’ Rodrigues
Não é vegetal e se adapta em diversos habitats: shows, estudios, luais... Mantém relação simbiótica com a música e um apetite insaciável por qualquer tipo de som.
John Mayer
Born and Raised
Ainda deve-se falar muito do vindouro disco novo do John Mayer.
De fato, são muitos os motivos para ficar curioso com o novo trabalho.
- John ... Continue lendo
The Shins - Port Of Morrow (2012)
E o grande amigo Fabio Barbanti volta com mais uma dica imperdível. Fabão, é com você:
"The Shins vai mudar a sua vida. Pelo menos foi o que Na... Continue lendo
The Kooks
Junk Of The Heart (2011)
E o The Kooks descobriu o teclado.
A primeira coisa que você vai perceber ouvindo os novos singles desta divertidíssima banda de Brighton é a ... Continue lendo
TIM MAIA
minha pequena homenagem
Eu amo os anos 70.
Foi uma década muito foda (desculpe o palavrão). Tanto na Inglaterra como nos EUA como aqui na Brasil, a produtividade musica... Continue lendo