Ufa. O disco novo do Seal é bom. Aleluia!
Muito bom, aliás. Ele está finalmente de volta ao velhos tempos. Eu tinha pegado um pouco de bode dele por causa do System, de 2007 (que é basicamente um disco de dance music), mas agora ele voltou à sua boa forma.
Commitment é tão bom quanto Seal, Human Being ou Seal IV (as 3 obras primas dele, na minha opinião), e tem uma produção primorosa. Os 10 primeiros segundos do CD são um tapa na cara, e derrubam qualquer indiferença que você pudesse ter. A voz invade a caixa de som, as cordas e as percussões dão uma paulada em tudo e a música começa fluida e deliciosa de ouvir. If I’m Any Closer é uma pérola que abre o disco e que traz um alÃvio para os fãs do Seal que, assim como eu, estavam sem saber o que esperar desse novo disco.
A segunda música já vem emendada e continua o bom fluxo do disco. E logo em seguida vem Silence, uma das músicas mais bonitas de toda a carreira deste britânico filho de brasileira com nigeriano. The Way I Lie e Big Time também são excelentes.
Seal voltou ao seu normal. Em System, ele exagerou na dose do bate-estaca. Agora ele voltou ao pop magistral. Na letra de If I’m Any Closer, ele faz até um certo mea culpa (I’m trying to find the key), e felizmente ele mostra que achou de verdade.











