E mais uma vez a programação HD da TV me apresenta coisas boas. Tava ali de bobeira no meio da minha mudança e fui obrigado a parar na VH1 quando vi mega gata cantando muito e dominando uma Flying V.
Grace Potter tem 27 anos. E é naquela pegada real life que eu tanto valorizo. Largou a faculdade no 2o ano e foi fazer o que acreditava que tinha que fazer.
Ela e sua banda tem 3 álbuns de estúdio, sendo que o mais recente, lançado esse ano traz um som menos southern, mais hard rock e a fez estourar – junto com a versão genial de White Rabbit do Jefferson Airplane para a trilha de Alice do Tim Burton.
O show que estava passando na TV tinha um repertório bem amplo, passando até por músicas que ela fez antes de montar a banda. Eu sou enlouquecido por vocais femininos e Treat me Right me pegou instantaneamente. Dali pra frente foram só boas surpresas. Grace é camaleoa e o som também é. Uma mistureba de Norah Jones, Janis Joplin, Susan Tedeschi e Chan Marshall (Cat Power).
Olha só o que eu to falando.
Ela impressiona demais. Nos trabalhos anteriores ela passeia entre folk, southern rock, blues e rock como uma veterana. Ao ouvir todos os discos a impressão é que ela entende do riscado, trabalhou muito para arrumar um lugarzinho, fez turnê com Black Crowes e Gov’t Mule e no final das contas montou um disco mais moderno para segurar o posto que conquistou. Só que não se engane, o disco é mais moderninho mas é muito mais rock n roll que o que escutamos por aà e fácil que eu me divertiria master se tocasse Paris no CB ou em qualquer outro club de rock.
Por sinal, Paris é um capÃtulo a parte. O clipe é lindo, a música é genial, a banda é fodona e a Grace…
Ahhh pela Grace você se apaixona agora:

