Infelizmente sua vida (e obra) foi curtÃssima: o vÃcio em heroÃna o matou aos 26 anos – pesando mais de 180 kilos – e nós ficamos com apenas um disco gravado. Sua banda era muito ativa e popular nos Estados Unidos, mas não dedicavam tempo para gravações. Só em 1969 foram participar de uma audição na Curtom Records, e ainda tiveram que engolir a vontade de Curtis Mayfield, que só assinou com o próprio Baby (embora toda a banda tenha gravado esse disco). Aà você me pergunta: “- Espera aÃ… você disse CURTIS MAYFIELD? AQUELE?”
Duas curiosidades:
1 – Esse apelido estranho, vem por conta da similaridade fÃsica, com um personagem da Paramont Pictures, chamado Baby Huey.
2 – Em 2010, o The Roots lançou o álbum WakeUp!, com uma versão de “HardTimes” (original de Baby Huey). O vocal ficou por conta do John Legend. Ficou curioso?
Então confere aqui a original e depois a versão The Roots. (Um youtube depois do outro).
Vamos lá. Sem ordem de melhor ou pior, os vencedores dos 5 pares de ingressos pro Salão do Automóvel 2010, cortesia da @CitroenBrasil, conforme o post Música para dirigir.
Todos vocês, me mandem email para zannin [@] gmail.com com nome completo, RG e Endereço.
São eles:
Eduardo Queiroz Mendes
La Ritournelle – Sebastien Tellier
Pelo trabalho em escolher uma música em francês, explicar a letra e ainda sincroniza-la com o vÃdeo: http://www.youtube.com/watch?v=LeSjqjrGCzo
Larissa Vaz
Stroker Ace – Lovage
Por interpretar a cidade luz e dirigir com velocidade como duas experiências sensuais e relaciona-las com a música.
Sei que já falei outras vezes sobre o Bluraqui, mas não consigo evitar. Anteontem vi pela primeira vez o DVD show/documentário No Distance Left To Run. E fiquei absolutamente boquiaberto com o que assisti.
O DVD registra a apresentação histórica que a banda fez no ano passado, no Hyde Park (Londres). Foi um dos poucos shows da mini-turnê de reunião do Blur, após quase 10 anos de separação desde o ultimo album de sucesso (o “13â€, de 1999).
É visÃvel a acão do tempo na aparência dos músicos do Blur. Todos quarentões, hoje eles já aparentam ser tiozinhos e não tëm mais aquelas cara de moleque de quando ainda rivalizavam com o Oasis a glória britânica dos anos 90.
Bom, nesse clima de carros e Paris aproveito para extender o convite que a Citroën me fez.
Tenho convites VIPs, cortesia da CITROËN (Siga a @CitroenBrasil) pro Salão do Automóvel 2010, onde eles vão apresentar esse monstro da foto acima. o GTbyCitroën. Os convites podem ser usados nos dias 3, 4 e 5 de novembro (inclusive com entrada antes de abertura ao público). Eles serão enviados pela própria Citroën quando eu enviar a lista dos vencedores. Para ganhar, comente aqui no blog respondendo a seguinte pergunta:
Que música você escutaria se fosse o piloto de ‘Rendezvous’ e dirigisse ao amanhecer em alta velocidade pelas vazias ruas de Paris?
1964, provavelmente o ano mais incrÃvel da história da música. 1964, Sam Cooke lança A Change is Gonna Come, provavelmente uma das TOP 5 melhores músicas da história. Acho genial que um cara indignado com o preconceito e o racismo escolha uma forma tão elegante e otimista pra gritar por aÃ. Temos muito o que aprender com o Sr Cooke.
A música acabou e ficamos todos ali em silêncio por alguns minutos. Ela devasta a gente. Pela beleza, pelo arranjo, pela sua história e pela interpretação que a cada segundo te conta um pouco de tudo isso.
TÃtulo que sintentiza 41 anos de existência desses arquitetos brilhantes do Southern Rock. The Allman Brothers Band, nomeados como um dos 100 melhores artistas de todos os tempos em 2004, tem como essência esmagadora o blues, o jazz, o hard rock e claro, o country – matematicamente, perfeito. Esses caras, são eternizados como professores ao mesclarem com sabedoria blends do novo e do velho. Som clássico e estudado com um feixe de luz moderna que aparece no delicioso jam-style, com gritos encorpados das Gibsons que fazem queixos cairem…
Gigantes da música deram os ares por essa banda. Entre eles, nomes como Dickey Betts, Jaimoe, Greg Allman, Warren Haynes, Butch Trucks e Derek Trucks.
É tanta emoção compondo cada uma das faixas dos 13 álbuns, que faz sua alma estremecer.
Sinceramente não me lembro desde quando, mas honestamente, desde sempre, esses barbudos me fazem arrepiar.
Em pesquisas musicais, daquelas que te fazem engolir um bolo de informações sobre esses que nos encantam os ouvidos, me deparei com este vÃdeo. Em 5 minutos e meio, misturando animação das boas e música, passa-se um pouco da transformação dessa banda. Digo transformação porque desde que um dos fundadores, Duane Allman, faleceu em um acidente de moto em 76 a banda só se enquietou quanto à sua formação em meados de 2000. Foi quando dois dos grandes se juntaram a essa experiência musical. Warren ‘GOD’ Haynes, com sua firebird ‘voadora’ (vocal e guitarra) e Derek ‘MONSTER’ Trucks, sobrinho do baterista original (guitarra). OBS: Os sobrenomes inventados, de fato fazem sentido, acreditem…
Uma dica pra quem quer sentir um pouco do que eu tanto disse aqui: a primeira faixa do Hittin’ The Note (2003) – meu companheiro há muito tempo. Firing Line, que chuta algumas bundas, já conta com o toque de genialidade de Warren Haynes.
Ah, se a minha Sportster Forty-Eight não fosse imaginária e se a Route 66 fosse aqui ao lado….
Fui de pista comum por que era o que o meu rico e suado dinheirinho podia pagar. Teria comprado pista premium se tivesse condições mas diferente de algumas pessoas não fiquei nem um pouco indignado com a localização da pista premium, me desculpem os que pensam diferente mas o cara paga mais e ainda vai ver o show lá de trás? Incoerente. A diferença de preço entre a pista comum e a pista premium era realmente exorbitante e bem que poderia ser menor.
A sinalização na estrada podia ser melhor? Podia. Rolou mesmo trânsito pra chegar no estacionamento comum? Rolou. Congestionamento federal pra sair do estacionamento comum e chegar na rodovia? Sim!
Eu sabia, por experiência e por pura lógica, que em um evento desta proporção (50, 60 mil pessoas por dia) o perrengue ia rolar e que ia ser mesmo uma prova de fogo ir a três dias seguidos. Mas por amor à boa música me meti nessa empreitada já preparado pras possÃveis adversidades.
Bom chega de crÃticas e desabafos… e vamos ao que interessa e ao principal motivo de tudo: a música!
Pra mim o SWU tinha acabado, o que viesse agora era bônus. Ouvi o show do Pixies sentadão no meio da galera e no final fui lá pro fundão, esperei o Linking Park começar pra ver se dava jogo, já tava lá mesmo, resolvi dar uma chance…mas não rolou. Fui embora no meio do show.
E vou me viciando profundamente no disco novo do magistral Belle & Sebastian. A banda que sempre teve um dom irretocável pra criar climas e melodias quase mágicas continua com seu tino intacto. Quase 5 anos após seu último álbum – o The Life Pursuit -, Stuart Murdoch e cia. mostram que ainda estão em plena forma e que provavelmente vão fazer um show antológico no próximo dia 10 de novembro aqui em SP.
Rodrigo Zannin
Escuta discos inteiros e na ordem, mesmo sem tempo pra ouvir tudo o que quer. Nerd que canta, escreve, aprende a tocar guitarra e faz belos 'leiautes'.
Ainda deve-se falar muito do vindouro disco novo do John Mayer.
De fato, são muitos os motivos para ficar curioso com o novo trabalho.
- John ... Continue lendo