Depois de 8 anos sem gravar e de 3 anos após “quase oficialmente aposentadoâ€, Phil Collins retorna à ativa com um trabalho que, pra ele, foi muito mais um hobby do que qualquer outra coisa.
VÃtima de um deslocamento de uma vertebra em sua coluna há 2 anos, Phil não consegue mais tocar bateria como antigamente. Para a gravação de “Going Backâ€, ele teve que apelar e grudar uma fita crepe em seu pulso para que a baqueta não saÃsse voando da sua mão direita quando ele desse o primeiro rimshot na caixa da bateria.
Ainda na categoria dos posts rápidos por estarmos ocupados no trabalho, apresento a indicação do PL: The Good The Bad. Uma banda de Copenhagen que toca New School Surf & Flamenco.
Pesado, sujo e sexy. Ainda merece ouvir com calma, mas pense aà você se conseguiria se segurar ao ver o clipe abaixo e não posta-lo.
Uma música pra alegrar o seu dia. Um clássico absoluto do Queen, uma das maiores bandas de todos os tempos em um de seus momentos mais gloriosos e mágicos.
Freddie Mercury e cia. transformaram o ano de 1978 com sua alegria contagiante em Don’t Stop Me Now, uma das melhores composições de um dos maiores vocalistas que o rock já teve a honra de merecer.
Deixe-se levar pela magia de Don’t Stop Me Now e relembre esse hit histórico. Bom dia pra você.
É nesse raciocÃnio, que meio que saiu no meio de um brainstorm na agência, que deixo aqui para vocês ‪Bohemian Rhapsody‬ – a vencedora da categoria “melhor música para se cantar com os amigos no carro”. Um momento mágico do cinema que você relembra agora clicando no nosso fabuloso amigo vÃdeo do youtube. Não tenha medo de passar vergonha. Nem no trabalho.
Ou seja, aqueles que só se atêem às coletâneas dos artistas muito provavelmente ficam alheios àquelas músicas geniais que, só por não terem virado single, não viram a luz do dia e vão ficar no baú das lembranças daqueles que gostam de garimpar e de desbravar álbuns completos.
Algumas coletâneas são tão bem feitas que viraram responsáveis por me transformar em fã ardoroso daquela banda. Algumas coletâneas são o ponto de partida para um novo mundo, um novo artista entrar na sua vida. Outras já são feitas com tanto desleixo que fica claro que aquilo foi só um tapa-buracos pra ofuscar o ostracismo criativo daquela banda/cara.
A sensação que eu tive quando ouvi esse som pela primeira vez foi tipo encontrar uma jarra de água gelada no verão em BrasÃlia: era tudo que eu precisava. Tempos estranhos, vocais alternando entre hip-hop e refrão grudento, um pouco de música eletrônica, muito jazz e uma leve cobertura de pop. Só a gravação que deixava a desejar, mas juro que passei por cima da minha chatice e comecei a caçar o disco, pois achei aquilo fantástico. Acabei encontrando o “With the Spirit of a Traffic Jam” e acho que o conheço de trás pra frente.
A primeira, Esta Noche, lembra os melhores momentos de Parting Gift ou de Never Is a Promise, e tem a força de três ogivas nucleares explodindo dentro do seu peito.
É. Da mesma forma que Mike começa o texto dele, começo o meu.
Nunca imaginei que fosse escrever o que vou escrever. Mike Portnoy, baterista, fundador e compositor do Dream Theater está deixando a banda. No mesmo dia que a possibilidade de ver um dos meus artistas favoritos dessa vida aparece, a possibilidade de ver a outra banda favorita da vida, acaba.
Entre 2000 e 2004 mais ou menos, não acompanhei a banda. Graças a uma amiga, voltei a ouvir e retomei o tempo perdido. Conheci o Six Degrees of Inner Turbulence, provavelmente um dos discos mais fodas que eu já escutei.
Enfim. A banda continua. Mas não pra mim. Posso vir a gostar de um novo DT, mas nunca mais vai ser o DT que explodiu minha cabeça em 1994 e terminou de explodir agora em 2010.
É daquelas questões universais do tipo “de onde viemos?”, “Para onde vamos?”, “Quem veio primeiro: o ovo ou a galinha?” e um daqueles boatos igualmente universais no mundo da música, como “esse ano o Pink Floyd vem pro Brasil” ou tantos outros que a gente já se acostumou a ouvir – e a desacreditar – toda hora.
Mas hoje, eis que abro o site da Folha de São Paulo e vejo lá exatamente um desses boatos, agora supostamente confirmado.
Paul McCartney poderá, sim, vir ao Brasil para shows no final do ano.
Rodrigo Zannin
Escuta discos inteiros e na ordem, mesmo sem tempo pra ouvir tudo o que quer. Nerd que canta, escreve, aprende a tocar guitarra e faz belos 'leiautes'.
Eu confesso que não sou um fã ardoroso do Panic At The Disco. Gosto muito de algumas faixas dos dois primeiros discos, mas ouvir um álbum inteiro g... Continue lendo
Wake Up! John Legend and The Roots
Já estava pra falar desse disco aqui há algum tempo. Na real, estava pra postar qualquer coisa há algum tempo. Ando meio que trabalhando demais e a... Continue lendo