Recebi agora do @cmerigo esse lance que saiu no Trabalho Sujo do Alexandre Matias. Uma brincadeira rápida sobre os destinos e caminhos que aparecem em alguns clássicos do rock.
Legal é pensar que a tabelinha pode ter uma outra leitura. Além da brincadeira que começou imediatamente ali nos comentários do post (colocando o Trem das Onze como meio de chegar a Jaçanã) podemos pensar em quanto a cabeça dos compositores é movida por escolhas e acontecimentos da vida – assim como a nossa.
Estamos sempre em busca desses deslocamentos na vida. Sem saber qual é o próximo passo. Se ele vai pra esquerda ou pra direita. Se as vezes precisamos retroceder para poder avançar.
A questão é que não queremos ficar parados. Não queremos parar nas encruzilhadas da vida. O lance é que nem sempre podemos enfrentar as escolhas. As vezes o desejado é apenas continuar, sem pensar muito pra onde se está indo e de repente só prestar atenção nas trilhas dessas viagens.
Voltando a tabelinha, eu incluiria uma participação importante:
Destination: That leads to your door
How to get there: The long and winding road
E talvez esse post seja uma enorme desculpa. Faz um tempinho que travei em alguns discos e não ando conseguindo escutar muita coisa diferente, e logo, não escrevendo nada de novo aqui. Damn.













