Eu sou um cara de pau. Verdade.
Mas sou um cara de pau que é doido pela Scarlett.
OK. Quem não é? Mas eu sou faz tempo. Doido e cara de pau.
Uso fotos dela como marcação em todos os meus layouts.
E uma condição em qualquer relacionamento que eu possa ter, é manter a Scarlett como um super trunfo. Naquele esquema: se cruzar com ela, e ela topar, o relacionamento vai instantaneamente pras cucuias.
No meu antigo blog, falei certa vez sobre riscos.
Costumo dizer que tenho plena consciência de que, se um dia estiver andando pela rua em NY (que é plenamente possÃvel), corro o risco de esbarrar com a Scarlett Johansson (que também é possÃvel, certo?). Ela corre o risco de me ver (possÃvel). E de se apaixonar por mim (menos possÃvel, mas ainda possÃvel).
E naquela ocasião, escutando Virginia Avenue do Tom Waits, pensei que se isso acontecesse, eu correria o risco de nem perceber.
Certo. Mas esse post não é sobre a minha falta se atenção ou noção.
O lance é que a queridona finalmente acertou a mão.
Depois do enorme flop com o primeiro disco, Anywhere I Lay My Head, com versões do supracitado Tom Waits, a boca mais desejavelmente carnuda do showbizz se emparceira com Pete Yorn, responsável pela trilha de Eu, eu mesmo e Irene, e lançam um disco bacana e consistente.
O que parecia ser uma péssima cantora no primeiro trabalho, revelou-se como apenas uma má escolha de timbres e repertório.
Break up tem um clima intimista, mas alegre e soa um tanto californiano.
Californiano apenas pela modernidade, porque sem alguns elementos ele poderia ser apreciado logo após algum disco de Serge Gainsburg regado a vinho rosé gelado, na Capri dos anos 60.
O disco é estranhamente animado para um disco fossa (realmente espero que você saiba o que break up significa). Bizarro é imaginar que Pete usa o ombro de Scarlett pra lamentar, já que ela é casada e nesse mundo dos famosos ninguém trai ninguém.
Em Break Up o duo divide bem as atenções e resgistram um dos melhores discos para se ouvir-de-bermuda-vendo-sua-amiga-doidinha-e-meio-bebada- dançar-e-cantar-segurando-o-celular-imitando-um-microfone.
Abaixo você vê e o vÃdeo de Relator, primeiro single, e comprova: ainda bem que ela canta direitinho, porque se dependesse da beleza ela tava ferrada.












